Graduada em Psicologia, pós-graduada em Psicanálise Clínica e Cultura, em Transtornos Alimentares e Psicanálise, e em Abordagem Multidisciplinar em Transtornos Alimentares pela Unifesp. Sou especialista em saúde mental da mulher, além de especialista em atendimento psicoterapêutico de casal e familiar.
Quando iniciei a graduação em Psicologia, minha única certeza era que queria trabalhar com crianças — e assim o fiz. Realizei estágio em uma escola municipal e em atendimento clínico com foco em psicanálise infantil. Ao concluir a graduação, iniciei um curso de Ludoterapia para aprimorar meu atendimento com crianças. No decorrer da minha trajetória profissional, percebi que muitas mães compartilhavam questões em comum — questões com as quais eu, enquanto mulher, também me identificava (e ainda me identifico). Foi então que resolvi expandir meus estudos e explorar o universo feminino.
Acabei me apaixonando, não apenas pela identificação, mas também pela possibilidade de ajudar inúmeras mulheres a se sentirem melhor consigo mesmas, por meio do meu trabalho e dos meus estudos. Percebi que existem muitas questões desafiadoras que podem limitar as mulheres, fazendo com que se sintam inferiores, invalidadas e até mesmo culpadas — o que, frequentemente, leva ao surgimento de emoções difíceis, como a ansiedade. Essas questões estão presentes em qualquer lugar do mundo.
Por isso, utilizo o atendimento on-line para alcançar mulheres expatriadas, ajudando-as a se reconectarem. Hoje, atendo de forma presencial e on-line mulheres que buscam equilíbrio entre mente e corpo. Meus atendimentos são éticos, baseados em estudos e, acima de tudo, acolhedores.
Para mim, o papel da psicóloga é facilitar e promover transformações, acolher dores, compreender sofrimentos, incentivar reflexões e abrir espaço para questionamentos. É ajudar cada pessoa a entender como se sente e a perceber o mundo de acordo com a sua própria experiência — trazendo mais leveza e flexibilidade ao dia a dia. É acolher e respeitar a jornada de cada mulher, reconhecendo suas emoções e as marcas que a vida deixa. Juntas, vamos olhar para essas marcas e ressignificá-las de uma maneira que se torne mais leve e confortável para você.
Você pode estar se perguntando como saí do atendimento infantil e passei a atender mulheres adultas — e eu vou te responder. A infância é o alicerce que carregamos pela vida toda; tudo começa lá, mas não necessariamente termina lá. Por isso, amo a psicanálise — mas não aquela do senso comum, e sim a que eu pratico e acredito: baseada em um inconsciente atemporal, onde o que você viveu na infância influencia diretamente quem você é hoje. Pode não parecer, mas tudo está interligado de alguma forma.